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Comprimir PDF

Quando um PDF fica grande demais para mandar por e-mail, quase nunca é o texto que pesa — são as imagens. Uma foto de celular jogada num documento entra na resolução cheia da câmera; um scanner grava cada página a 300 DPI, olhe alguém tão de perto ou não. Esta ferramenta abre o arquivo, encontra as imagens dentro dele, reencodifica cada uma na qualidade e no tamanho que você escolher, e grava o documento de volta sem tocar em mais nada. A estrutura de páginas, as fontes e a camada de texto são copiadas como estão, então o resultado ainda seleciona, pesquisa e copia igual ao original. Depois as duas versões da primeira página aparecem lado a lado, junto com quantas imagens foram alteradas e quantas ficaram intactas e por quê. Imagens que não dá para tocar com segurança — máscaras de transparência, CMYK, codificações de fax e JPEG 2000 — passam adiante em vez de serem adivinhadas, e são contadas abertamente no relatório.

Como usar

  1. Arraste um PDF para a caixa, ou clique nela para escolher um arquivo.
  2. Escolha uma qualidade de imagem. 70 é um bom ponto de partida; baixe se ainda estiver grande.
  3. Escolha um tamanho máximo de imagem em pixels. 1600 px sobra para ler e imprimir em A4.
  4. Pressione Comprimir e compare as prévias de antes e depois.
  5. Baixe o resultado se estiver satisfeito.

Perguntas frequentes

Meu PDF é enviado para algum lugar?
Não. O arquivo é aberto, reescrito e salvo inteiramente dentro da aba do navegador. Nada é enviado a um servidor, e fechar a aba não deixa nenhuma cópia.
O texto sobrevive? Ainda dá para selecionar e pesquisar?
Sim. Só os fluxos de imagem são substituídos. O conteúdo das páginas, as fontes e a camada de texto são copiados byte a byte, então selecionar, pesquisar e copiar funcionam exatamente como antes. Nada aqui rasteriza uma página.
Não aconteceu nada — mal diminuiu.
Então não eram as imagens que o deixavam grande. Um documento só de texto já está perto do mínimo, e o relatório vai dizer que não encontrou imagens. O outro caso comum é uma digitalização codificada em JPEG 2000, JBIG2 ou fax, que os navegadores não conseguem reencodificar; essas entram como ignoradas.
Que qualidade devo escolher?
70 costuma ser o ponto ideal — queda grande de tamanho e na tela você teria dificuldade de notar. Vá a 50 ou 40 para algo que só precisa ser legível, como um recibo. Fique em 85 ou acima para fotografias em que o detalhe importa. Compare as duas prévias antes de decidir; elas são renderizadas dos arquivos reais.
Por que diz que algumas imagens foram ignoradas?
Porque mexer nelas faria mal. Máscaras de transparência e de recorte viram halos visíveis ao passar por JPEG. CMYK, paletas indexadas e cor Lab não sobrevivem a um canvas, que só fala RGB de 8 bits. JPEG 2000, JBIG2 e codificações de fax não têm codificador em navegador nenhum. Imagens já pequenas o bastante ficam como estão, e também qualquer uma que o processo teria aumentado.
Dá para diminuir ainda mais?
Baixe o tamanho máximo de imagem antes da qualidade — cortar as dimensões pela metade tira cerca de três quartos dos dados e costuma ficar melhor do que a mesma economia tirada do controle de qualidade. 1200 px continua nítido na tela; 800 px basta para algo que só será lido.
Funciona com PDFs protegidos por senha?
Não. Um documento criptografado não pode ser aberto sem a senha. Remova a proteção em um leitor primeiro e comprima o resultado.

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