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Hash de Arquivo (Checksum)

Solte qualquer arquivo e receba seus digests SHA-1, SHA-256 e SHA-512 em hexadecimal minúsculo, calculados em paralelo com a Web Crypto API nativa do navegador (crypto.subtle.digest). São os mesmos algoritmos padronizados usados pelas ferramentas de linha de comando, então os resultados batem exatamente com o sha256sum no Linux, o shasum -a 256 no macOS e o Get-FileHash no Windows. O arquivo é lido na memória do seu dispositivo e nunca é enviado — o cálculo funciona até offline depois que a página carrega. O caso de uso clássico é verificar um download: quem publica ISOs, instaladores e firmware lista um checksum ao lado do arquivo, e se o digest calculado localmente bater, os bytes chegaram íntegros e sem modificação. Um hash cobre apenas o conteúdo, então renomear um arquivo não o altera, enquanto mudar um único bit produz um digest completamente diferente (o efeito avalanche). Uma ressalva: o SHA-1 está incluído por compatibilidade com checksums antigos já publicados, mas colisões reais já foram demonstradas contra ele — trate-o como checagem de corrupção e confie no SHA-256 ou SHA-512 quando a segurança importar.

Arraste e solte um arquivo aqui

ou clique para procurar

Como usar

  1. Arraste um arquivo até a área de soltar, ou clique nela para abrir o seletor de arquivos.
  2. Aguarde um momento enquanto os três digests são calculados — arquivos grandes podem levar alguns segundos.
  3. Copie o hash de que precisa com o botão Copiar.
  4. Compare com o checksum publicado do mesmo algoritmo; maiúsculas não importam em hex, mas todos os caracteres precisam bater.
  5. Clique em Limpar para reiniciar e calcular o hash de outro arquivo.

Perguntas frequentes

Meu arquivo é enviado para algum lugar?
Não. O arquivo é lido localmente e processado com a Web Crypto API embutida no seu navegador; nenhum byte sai do seu dispositivo, e o cálculo funciona offline depois que a página carrega.
Por que não há opção de MD5?
A Web Crypto API deliberadamente não expõe o MD5 porque ele está criptograficamente quebrado há anos. Se um site publica apenas um checksum MD5, trate-o só como checagem de corrupção acidental, nunca como prova de que o arquivo não foi adulterado.
O SHA-1 ainda é seguro?
Para detectar corrupção acidental, sim. Para segurança, não: ataques práticos de colisão (como o SHAttered de 2017) permitem que um atacante crie dois arquivos diferentes com o mesmo SHA-1. Quando o publicador oferecer vários checksums, verifique o SHA-256 ou o SHA-512.
Qual o tamanho máximo de arquivo?
O arquivo inteiro é lido na memória antes do hash, então o limite é a RAM disponível do seu dispositivo. Até algumas centenas de MB costuma ir bem; para arquivos de vários gigabytes, principalmente no celular, uma ferramenta de linha de comando como o sha256sum é a melhor escolha.
O hash não bate com o valor publicado — o que fazer?
Primeiro confirme que está comparando o mesmo algoritmo e a string inteira (maiúsculas não importam em hex). Se ainda assim diferir, os bytes do arquivo não são os originais: download incompleto, versão diferente ou adulteração. Baixe de novo e confira antes de abrir ou instalar.

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